A raça foi originalmente desenvolvida na Grã-Bretanha para caçar aves aquáticas e aves selvagens, no século XIX. Os cruzamento foram seletivos e muito bem elaborados pelo criador da raça, Lord Tweedmouth, que usou as raças tweed water spaniel, hoje extinta, terra-nova, setter irlandês e, não comprovado, o bloodhound. Trata-se de um cão muito dócil, brincalhão e calmo. Seu faro é poderoso e é muito usado para farejar drogas e também como cão-guia para cegos. Excelente companheiro para se criar em apartamento, apesar de seu porte generoso. Mas é bom não esquecer dos passeios diários.
Aparência

Saúde
Apesar de ser um cão muito forte, o golden retriever tem seus pontos fracos. Podem ocorrer casos de câncer, seguidos de linfoma, mastocitoma e osteosarcoma. Aliás, o câncer é a doença que mais mata os golden retievers. A displasia também pode ocorrer, assim como doenças dos olhos: catarata, glaucoma, entrópio, distrofia corneana e displasia da retina. O coração merece atenção e cuidados contra a estenose aórtica subvalvar e a cardiomiopatia. Doenças de pele como dermatites e alergias a pulgas também acontecem, bem como a seborreia, a adenite sebácea e o granuloma. Há, ainda, casos de hemofilia. Portanto, todo cuidado é pouco e idas ao veterinário são muito bem-indas.
Curiosidades

No Brasil, o primeiro golden retriever a chegar foi comprado pela Sra. Yvette Tobião em um canil na Califórnia e chamava-se Patrick (ou Eldorado of Gold Leaf, seu nome de registro). A partir daí, a raça começou a se introduzir em canis do Rio de Janeiro e hoje, por todo o país.
Nenhum comentário:
Postar um comentário